Desvende os principais mitos do azeite de oliva

Produto é rico em antioxidantes naturais e vitaminas, além de trazer mais sabor aos alimentos

Publicado em 23/08/2016

O consumo de azeite tem crescido consideravelmente no Brasil. Nos últimos cinco anos, o volume comercializado no país aumentou em 80,6%. Segundo Mavilde Marchante, master blender da marca portuguesa Gallo, em entrevista para o UOL, o azeite é uma das gorduras vegetais mais saudáveis que existe, com antioxidantes naturais e vitamina D, além de trazer muito sabor aos alimentos.

No entanto, o produto ainda gera dúvidas no consumidor em relação ao preparo de refeições. Confira algumas dicas e mitos que rondam o azeite:

O azeite torna-se tóxico quando aquecido?

Até 180ºC o azeite pode ser aquecido sem perder suas características principais. Mas atenção, não deixe o produto aquecer demais, a ponto de esfumaçar, pois não faz bem à saúde.

Posso fazer frituras com azeite extravirgem?

Sim, dessa forma a absorção de gordura é reduzida e o resultado será um prato muito mais leve.

Quanto mais verdinho, melhor?

Não. Azeites feitos com azeitonas menos maduras tendem a ser mais esverdeados, enquanto os feitos com azeitonas em estado pleno de maturação serão mais amarelados.

Qual a melhor forma de armazená-lo?

Quando mais jovem for o azeite, mais rico ele será. Se esperar muito tempo para consumi-lo, perderá o aroma e sabor. Conserve o óleo bem tampado, protegido do calor e luz, afim de evitar contato excessivo com o oxigênio.

Qual a diferença entre azeites extravirgem e virgem?

O teor de acidez é a principal diferença: extravirgem deve ter acidez de 0,1% a 0,8%, enquanto o virgem pode ter até 2% de acidez a cada 100g de óleo. 
 
É possível substituir o azeite em receitas que utilize óleo ou manteiga?

Sim. Se a receita pedir óleo, utilize a mesma quantidade de azeite. Já para manteiga ou margarina, uma colher de sopa será o equivalente a 2 ¼ colheres de chá e uma xícara vale por ¾ de xícara de azeite.

Foto: Divulgação